martes, 2 de octubre de 2007

Lugares comunes con el caso Leonor Cipriano


No cabe duda de que hay paralelos entre el caso Leonor Cipriano y el de Kate McCann. Después de conversar con la abogada, João Cipriano optó por el silencio. El co-autor optó por evocar el secreto de la justicia para no hacer declaraciones.


TIO OPTA PELO SILÊNCIO

O tio de Joana, João Cipriano, terá passado a adoptar uma atitude reservada e nada colaborante com as autoridades desde que, na altura da reconstituição do crime (no sábado), se descaiu a confessar a sua participação nas agressões à criança.

Devido a essas declarações, o homem voltou a ser detido, tendo comparecido então no local da reconstituição do homicídio (a casa onde se terá dado o crime) a sua defensora oficiosa, Sara Rosado. Depois de uma conversa com a advogada João Cipriano terá optado pelo silêncio.

O CM conseguiu ontem contactar a advogada do presumível co-autor do homicídio da menina, a qual no entanto evocou o segredo de Justiça para não fazer quaisquer declarações. O mesmo argumento fora, aliás, usado no dia anterior por João de Novais Pacheco, defensor oficioso da mãe de Joana.

Uno a cero para los McCann si son capaces de quitar de enmedio al sabueso.

La ausencia de emociones hace desconfiar a los investigadores

Ausência de emoções da mãe fez desconfiar investigadores


Leonor Cipriano, a mãe da pequena Joana, foi capa de revista, de jornais e abriu até vários noticiários. Tentava manter um ar combalido e dava conta do desaparecimento da filha, a menina que até lhe "dava jeito" para fazer recados. No entanto, o seu ar calmo e a quase total ausência de lágrimas sempre provocaram estranheza nos investigadores. Como é possível uma mãe não chorar? Como se consegue controlar a emoção, quando se fala do desaparecimento de uma criança de oito anos?

E mesmo depois das suspeitas lançadas por um matutino, de que teria vendido a sua filha a um casal alemão, Leonor continuou a falar aos jornalistas. Sempre para dizer que não seria capaz de fazer mal à filha e que desconhecia em absoluto o que acontecera. Sempre para garantir que ainda acreditava que Joana regressasse, sã e salva. Nos últimos dias, a mãe de Joana não se cansou de repetir o mesmo na vizinhança. Espalhou cartazes pedindo ajuda, respondeu a bruxos e videntes que garantiam saber do paradeiro da menina, falou da possibilidade de rapto para qualquer país estrangeiro. Afinal, a verdadeira história era dramaticamente mais simples.


Cualquier parecido con el caso Madeleine es pura coincidencia, pero menos mal que ya vamos por los videntes.

(Addenda 3 de Octubre. El ludicrous barbero medium que han buscado los McCann. Supera mis fuerzas, y el artículo también. )